FRANCISCA CLOTILDE - POEMETOS
A FLOR DA GRATIDÃO
(Ao meu prezado sogro Joaquim Barbosa Lima)
Se eu
pudesse voltar à quadra venturosa
De minha doce infância – quadra cor de rosa
Em que tudo sorri e nos traduz esperança,
Se eu pudesse... hoje tornava-me criança
E ia pressurosa vagar pelas campinas
Para colher punhado de rosas e boninas.
Depois
faria um ramo perfumado e gentil
Que tivesse os encantos e o esplendor de Abril
E que vos recordasse os dias tão suaves
Da alegre primavera..., e os gorjeios das aves,
Que falasse de amor, de crianças e de auroras
De coisas divinas, surtis, encantadoras.
Mas ah!
Não voltam mais aqueles belos dias
Em que as aves cantavam tão cheias de harmonias
Em que o prado se ornava de rosas e boninas;
A aureola que irradia da fronte das meninas
Já não fulgura em mim, porém no coração
Guardo bem viva ainda – a flor da gratidão.
De minha doce infância – quadra cor de rosa
Em que tudo sorri e nos traduz esperança,
Se eu pudesse... hoje tornava-me criança
E ia pressurosa vagar pelas campinas
Para colher punhado de rosas e boninas.
Que tivesse os encantos e o esplendor de Abril
E que vos recordasse os dias tão suaves
Da alegre primavera..., e os gorjeios das aves,
Que falasse de amor, de crianças e de auroras
De coisas divinas, surtis, encantadoras.
Em que as aves cantavam tão cheias de harmonias
Em que o prado se ornava de rosas e boninas;
A aureola que irradia da fronte das meninas
Já não fulgura em mim, porém no coração
Guardo bem viva ainda – a flor da gratidão.
Comentários
Postar um comentário